EXTRATO DE PRÓPOLIS VERDE - Apis Flora 30 ml

EXTRATO DE PRÓPOLIS VERDE - Apis Flora 30 ml

Enviar para um amigo

Seja o primeiro a comentar este produto

Disponibilidade: Em estoque

R$15,62

Acrescentar itens ao carrinho
OU

Descrição Rápida

A própolis verde é obtida a partir de uma planta nativa do Brasil, a Baccharis dracunculifolia (Vassourinha ou Alecrim do Campo). Trata-se de um produto amplamente estudado por pesquisadores no Brasil e no exterior, principalmente no Japão. Ela possui além dos tradicionais componentes da própolis, alta quantidade de artepillin C, substância que as pesquisas japonesas atribuíram grande atividade anti-tumoral.

 

Descrição do Produto

EXTRATO DE PRÓPOLIS VERDE

Registro: MA - SIF/DIPOA 0005/3252

Ingredientes: Extrato de própolis (própolis originária da Vassourinha do campo (Baccharis dracunculifolia)).

Melhor Uso: Adultos de 20 a 25 gotas – 4 x / dia *Crianças de 10 – 15 gotas – 4 x / dia

 

A Própolis:

A própolis já era conhecida desde os tempos da Grécia antiga. A própria palavra de origem grega é a combinação de Pro = defesa, e polis = cidade, que combinadas significam algo que defende a cidade. A cidade, neste caso se refere à colméia da abelha. Uma colméia, por vezes abriga dezenas de milhares de abelhas, que constituem uma verdadeira cidade.


O filósofo Aristóteles havia escrito que a própolis se origina nas seivas das árvores. A própolis é, na verdade, constituída por uma mistura, de resina viscosa, basicamente, das cascas e dos brotos, com a seiva das flores, saliva de abelha, cera e pólen. A cera da abelha é a secreção produzida após a ingestão do mel. Assim, a própolis é conhecida como a "resina da abelha".


Dentro de uma colméia vivem de 20 a 50 mil abelhas, amontoadas em forma de uma bola. Elas vivem neste meio, com superabundância populacional, e mantêm a temperatura interior em 34 a 35ºC, temperatura ideal para o crescimento das suas larvas. Por isso, se houver uma epidemia no interior, a catástrofe é geral. É atribuída á própolis, justamente a função de prevenir as epidemias.


Quando descobrem rachaduras, consertam-nas com a própolis e quando invasores adentram e são mortos sem poderem ser retirados da colméia, as abelhas os envolvem com a própolis, ou seja, mumificam o cadáver para interromper o processo de deterioração para a não contaminação do local.


Nas colméias naturais, as abelhas, após se alimentarem de mel, secretam a cera para formar as paredes do favo, no formato hexagonal. Misturam a própolis na cera para aumentar a resistência e a usam para consertar a colméia.


Deste modo, acredita-se que as abelhas utilizam a própolis para defender a vida, preservando a temperatura da sua moradia, impedindo a entrada de agentes estranhos, e em certos casos impedindo a propagação de agentes epidemiológicos. Não é de se espantar que a substância já fizesse parte dos produtos usados pelos egípcios para embalsamar cadáveres há 4000 anos.


A própolis é um dos mais eficazes medicamentos naturais já descoberto pelo ocidente. Há quem considere que a sua utilização na medicina popular seja anterior à época do Egito antigo.
Na antiga Assíria, a própolis em pó foi usada no tratamento de infecções e intumescências, ao mesmo tempo que deve ter sido usada para acelerar o crescimento dos cabelos.


Aristóteles, no seu livro "Da vida dos animais" registrou a própolis como medicamento para o tratamento de abcessos e feridas, ou seja, usado para prevenção das infecções.
No manuscrito "Catálogo de medicamentos" escrito por Dióclides, ou Dioscórides, médico grego que viveu no primeiro século D.C, uma verdadeira bíblia dos farmacêuticos, usada por mais de 500 anos, cita que a própolis "serve para eliminar os agentes estranhos que penetram no corpo, como por exemplo, um espinho, e para acalmar a tosse."


Tal fato foi reforçado por Plínio, o velho, na mesma época, tendo este dito o seguinte: "A própolis extrai farpas e tudo que tiver penetrado na pele, reduz inchaços e amolece os tecidos endurecidos. A própolis diminui as nevralgias e cura úlceras, abcessos e furúnculos incuráveis".


Há relatos de que, na Roma antiga, os soldados carregavam a própolis consigo como medicamento de emergência para curar feridas.


Há também registros de que ela tem a finalidade de aliviar a dor na hora de se remover a flecha, ou um espinho encravado, acelerando ao mesmo tempo a recuperação das feridas, além de servir de tratamento de abcessos.


Durante a Guerra dos Bôeres, ocorrida na África do Sul, no início deste século, há registros de que a própolis misturada em vaselina, era usada como pomada pós-operatória para ser passada nas feridas.


Deste modo, a própolis aplicada nas feridas enfaixadas, deve ter servido para impedir a necrose, substituindo muito bem as pomadas de uso externo. Assim, encontramos publicações sobre a eficácia da própolis usada nos hospitais de guerra, publicadas pelos Drs. Palmer e Meyers, em revistas médicas especializadas.
Assim, o uso da própolis é bastante antigo, de modo que seu excelente resultado já está comprovado pela aplicação popular e histórica.

Tags do Produto

Utilize espaços para separar tags. Utilize aspas simples (') para frases.